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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Uma despedida em Grande!!!

Por nove meses este foi o panorama que tive cada vez que me levantava de manha.



Cheguei passei pelo branco do e acabei no colorido da
Sempre que estava no campo foi esta a minha casa.



Vi o evoluir anual de toda a paisagem...cheguei com o Outono... passei pelo branco do Inverno... e terminei com o esplendor colorido da Primavera.

Depois para me despedir, escalei um pouco para poder ter um panorama geral de todo aquele sitio maravilhoso que me acolheu.



Nao fui sozinho...



Chegamos la acima e foi espectacular...e nada mais espectacular que o pairar gracioso de um Quebra-ossos...uma despedida em cheio.



Ainda com a observaçao de duas Aguias Reais e dois Veados, infelizmente nao suficiente perto para poder ficar com uma boa recordaçao...uma simples foto, que somadas a tantas outras me permitirao recordar para sempre este ano espectacular e tao especial da minha vida...de biologo, de viajante, de amante da natureza.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Entre a beleza natural do Lago Maggiore e a unicidade de Veneza!!!

Um fim de semana para recordar!!!
Desta vez com a companhia da minha mãe e do Rui.

Sexta-feira, 13 de Julho, percorremos toda a parte central do Lago Maggiore. Até Laveno em comboio. Intra, Ilhas Borromee ("Bella", "Madre" e "Dei Pescatori") e Stresa de barco. E, finalmente, Alpino (800m a.s.l.) e Mottarone (1.491m a.s.l.) de teleférico.
As ilhas Borromee são pequenas ilhas que pertencem à família Borromee. A ilha "Madre" com o seu grande palacete, a ilha "Bella" com os seus belos jardins e a ilha "dei pescatori" com as conspícuas casas de pescadores, dão a esta zona do lago uma atmosfera única, que nos faz esquecer tudo o resto.
Em Stresa, apanhámos o teleférico que nos levou primeiro até aos meros 800m de altitude que já nos permitiam ter uma espectacular panorâmica, a partir do jardim botânico, não só do Lago Maggiore e sua envolvente, como também dos Lagos Varese e Monate. Depois, insestindo um pouco na subida, e chegamos ao topo do monte " Mottarone", a sua beleza do Lago pode ser deslumbrada em toda a sua grandeza e esplenditude.
Para completar todo o panorama de lago, ilhas, vilas características e palacetes que parecem ser tirados directamente de contos de fadas, temos todo o cenário envolvente e monstruoso formado pela cordilheira central Alpina. Montanhas gigantescas que atingem os 4 mil e pouco(ou muito) mestros de altura.

O Lago Maggiore é o segundo maior lago de Itália. Divide as fracções norte de duas importantes regiões da Itália, Lombardia a a Este e Piemonte a Oeste. E ainda é partilhado com a Suiça. Um lago verdadeiramente grande com uma beleza bem proporcional. Este lago, tal como todos os lagos do norte de Itália e mesmo do Arco alpino, tem uma origem pós glacial (+/- 30 mil anos). O lago pode ser percorrido de norte a sul por barcos que ligam as várias cidades que ocupam as suas margens.


Sábado foi dia de Veneza. Ainda não batiam as 5h da manhã e já estavamos a pé para apanhar o comboio em Varese que primeiro nos levava a Milão de onde depois apanhámos um outro para Veneza.
Apesar do tempo (metereológico) não ter ajudado, e o tempo (horário) ser curto, a magia de Veneza é algo que dislumbra qualquer um. É a segunda vez que lá vou e ainda me consegue empressionar. É fantástica toda aquela vida, tão diferente do que estamos acostumados a ver e que se pode viver em qualquer outra cidade. Veneza é muito única, posso dizer mesmo que é especialmente diferente.
Apesar da confusão inerente ao turismo a que é sujeita nesta altura do ano (quem me conhece sabe porque o refiro) esta cidade não perde a sua magia e mesmo a sua simplicidade. Os defeito impostos pelo consumismo que leva um simples café atingir os 6€, em plena Praça de São Marcos, são largamente dissolvidos por toda a beleza proveniente mistura de cores das casas com os labirintos de ruas e ruazinhas, juntando o emarinhado de canais que são a principal via de comunicação.

Mais uma vez toda a viagem foi feita com recurso apenas a transportes públicos, comboios barcos e metropolitanos, que desempenharam muito bem a sua função de comunicação e deslocação entre longínquos pontos, provando mais uma vez como se pode deixar o transporte pessoal de lado, evitando assim preocupações e impactos desnecessários.


Domingo, 15 de Junho de 2008
Nuno Oliveira